Comparado com 2003, há
um acréscimo de 25% no consumo de frango no Brasil
A carne de
frango está com freqüência na mesa dos brasileiros. É o que comprova a pesquisa
realizada pelo Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), na qual coloca o
Brasil como o quarto país que mais consumiu o produto em 200 – ficando atrás
apenas de Malásia, Venezuela e o primeiro colocado, os Estados Unidos.
Isso mostra
que os brasileiros estão preocupados em ter uma boa saúde. A carne de frango,
além de ser rica em aminoácidos, é uma excelente fonte de proteínas,
fundamental para o funcionamento do corpo. Também comparada com a carne vermelha,
possui um percentual menor de teor gorduroso. A carne branca sem pele de frango
é a que tem menor quantidade de calorias e gordura.
Segundo o
nutrólogo Enio José Peracchi, especialista há 25 anos e pioneiro em programas
voltados à saúde, o poder de conversão dos nutrientes para aminoácidos, substância
importante para ter uma ótima saúde, é enorme. “A carne de frango é essencial. É
um alimento de bom valor biológico, ou seja, fornece grandes quantidades de
proteína animal e possui as vitaminas mais importantes para o organismo, como a
B2, B12 e PP”, afirma Peracchi.
A carne de
frango também contém boa quantidade de ferro e fósforo e é de fácil digestão. É
uma comida ideal para reabilitar e manter o organismo funcionando bem. O nutrólogo
ainda explica que é importante consumir a carne de frango duas vezes por
semana. “O ideal é comer mais peixe e carne branca”, conclui.
Ainda é o menor preço
De acordo com
especialistas é uma tendência mundial crescer o consumo de frango, tanto pelos
benefícios à saúde, como pelo fator econômico. Entre as carnes, o valor é o
menor do mercado. Isto justifica também a demanda da carne de frango aumentar
cada ano. O Paraná é o maior produtor de frango do país.
A pesquisa do
Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) mostra que o consumo do produto em
2009 deve chegar aos 39 Kg
por habitante no Brasil – em 2008 foram consumidos 38,5 Kg. Comparado com o
ano de 2003, há um acréscimo de 25%.
Fonte: Revista Avicultura do Paraná, Ano II, Nº 9,
Mar/Abr 2009, Pag. 20.